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Interação homem x máquina: Tecla F5

Por, Gabriel Pinheiro - Do Café Interativo

Estamos sempre falando de interfaces e usabilidade em sites e aplicações, porém neste post resolvi dar atenção a interação homem x máquina, interação que pode passar desapercebida, mas também pode levantar grandes discussões e nos fazer voltar a atenção para os detalhes, para as coisas mais simples e que compõe o produto como um todo.

Ao ter uma experiência com três diferentes marcas de notebooks (Macbook, Dell e Sony Vaio) e com uma conexão “Wi-fi” não tão boa, foi-me exigido utilizar a tecla F5, que conforme as convenções em computadores desktop é a tecla responsável por atualizar páginas de internet, ou seja, solicita ao servidor web que re-envie os arquivos para o navegador do usúario. Em notebooks, algumas teclas acumulam mais de uma função e por isso existe uma tecla chamada “fn” (function) para que seja possível utilizar as funções secundárias de uma tecla, é ai que nossa discussão terá início.
Dell Inspirion & Macbook Pro:
Tanto no Dell, quanto no Mac, para conseguir atualizar uma página web o usuário precisa pressionar a tecla “fn” e depois a tecla “F5”, caso contrário ele irá alterar o brilho de sua tela. No Dell o brilho aumenta, enquanto no Mac o brilho diminui.

Sony Vaio:
Eu utilizei o Sony Vaio depois da minha experiência com o Dell e com Mac, e ao pressionar a tecla “fn” seguida da tecla “F5”, fiquei surpreso e frustado em ver que diminui o brilho da tela ao invés de atualizar a página, para atualizar a página bastava pressionar apenas a tecla “F5”.

Se levarmos em consieração que o Sony Vaio tentou preservar a forma de interação que os usuários trouxeram dos desktop, a utilização direta da tecla F5 para a funcionalidade de atualizar faz sentido, mas será que utilizamos os notebooks da mesma forma que desktop? Não, os notebooks oferecem uma forma diferente de interação, é possível estar em ambientes variados sem uma forma padrão de iluminação, o que tornaria para alguns usuários a variação do brilho uma ferramenta bastante útil, justificando assim a escolha dos produtos da Dell e Apple.

A vantagem do produto da Sony sobre os outros dois concorrentes está relacionada a forma de conexão com a internet (geralmente em notebooks é “Wi-fi”). Dependendo da quantidade de aparelhos conectados e a velocidade disponibilizada pelo servidor. a conexão pode sofrer inúmeras formas de interferência e instabilidade, fazendo com que a tecla F5, para atualizar páginas de internet, seja uma ferramenta mais necessária do que a alteração do brilho.

Esse detalhe com certeza não seria um fator determinante para definir uma compra, mas é um detalhe que compõe o produto como um todo e influencia diretamente na forma como nós usuários interagimos com sites e aplicações web. Acredito que os detalhes devem ser tão bem pensados quanto os elementos mais complexos e elaborados.

Entender e usar a interface sem ter que pensar a respeito, é sublime


Reproduzimos abaixo a entrevista realizada pelo Gabriel Pinheiro, articulista principal do blog Café Interativo, com o Designer & Ilustrador britânico Jon Burgerman, cujos trabalhos refletem uma perfeita harmonia entre interface e ilustrações. Vale a pena conferir, abaixo.

Por, Gabriel Pinheiro
Depois que vi uma matéria sua na 30º edição da revista Computer Arts Brasil, tive a ideia de convidá-lo para falar um pouco sobre a aplicação de ilustrações em interfaces, para que as pessoas tenham oportunidade de conhecer um excelente designer e também ver que o design e a arquitetura da informação podem andar lado a lado.
 

Jon trabalha com um estilo próprio de ilustrações, e tem conseguindo aplicar seus trabalhos nos mais diversificados produtos, tendo desenvolvido trabalhos para clientes como: Adidas, Puma, Rip Curl, Sony e Pepsi. Além disso, colaborou com o game Little Big Planet e criou o aplicativo para iphone
Inkstrumental que permite o compartilhamento de músicas. 

Bom Jon, é um prazer tê-lo nessa breve entrevista para o Café Interativo, admiro seu trabalho e acredito que contém uma boa dose de bom design. Parabéns.
Café Interativo - Você trabalha com ilustrações muito bem e conseguiu aplicá-las de uma forma muito atrativa. Você acredita que o estudo e aplicação de ilustrações em uma interface podem promover um sentimento maior de imersão ao usuário em relação ao conteúdo?

Jon Burgerman - Pessoas precisam de uma forma de entender como se usa ou aplica ou interage com as coisas. Personagens e ilustrações podem prover isso quando necessários. Eu penso que nos relacionamos melhor com outras pessoas, mesmo que essas "pessoas" não sejam pessoas, mas personagens ou seres.

Café Interativo - Que dificuldades você vê na aplicação de ilustrações em interfaces?

Jon Burgerman - Aonde elas não são necessárias só confundem. Menos é mais e elas só devem ser usadas quando necessárias e vitais.



Trabalho desenvolvido na Alemanha para Pressalit

Café Interativo -
Notamos em alguns projetos uma falta de preocupação em combinar arquitetura de informação com um design atrativo. Como você vê isso?


Jon Burgerman - Sim, normalmente um aspecto se impõe sobre o outro. É um problema comum, mas quando os dois são casados perfeitamente é ótimo e você nem nota a diferença entre um e o outro.

Café Interativo - Como você vê o uso de ilustrações em interfaces hoje em dia? E como você acha que essa combinação pode evoluir?

Jon Burgerman - Quando as duas são combinadas perfeitamente e as ilustrações agem como uma forma integral de permitir ao humano entender e usar a interface sem pensar a respeito, é sublime.


Esquerda: Ilustração desenvolvida para Pepsi. Direita: Tênis desenvolvida para Puma.

Jon Burgerman
Site: http://www.jonburgerman.com
-
Twitter: @jonburgerman

Agradecimentos ao Frederick Van Amstel e ao Bernado Braga pela ajuda na organização e tradução da entrevista.

Imperdível!

Supriservice e Aroso Paço hotel. Novos projetos entregues

Via Interativa concluiu e publicou mais 2 web sites.

Os canais foram  planejados e construídos em observância aos critérios de integração dos conceitos de design, usabilidade e tecnologia que sempre orientam a linha de desenvolvimento da agência.

Conheça os novos canais:

Aros Paço Hotel - http://www.aroso.com.br

Supriservice - http://www.supriservice.com.br

Como criar um bom “Quem Somos”

Por, Patrícia Machado

Uma das melhores maneiras de conhecer o trabalho desenvolvido por uma empresa é por meio do link “Quem Somos”, disponível na página virtual do negócio. Lá é possível conhecer os valores e as missões do empreendimento, bem como clientes e projetos realizados pela empresa. Além disso, é possível compreender a história do negócio e dos próprios empreendedores.

Negligenciar a importância do seu conteúdo, acreditando que ele não é lido pelos visitantes do canal virtual, e investir apenas na parte visual do site pode ser um erro. Isso porque é por meio desse conteúdo que possíveis clientes, fornecedores e investidores aprenderão sobre a empresa e poderão decidir se fecham ou não o negócio.

Para ajudar você, empreendedor, a determinar quais informações divulgar nesse espaço, a revista Inc preparou algumas dicas.

1. Forneça informações básicas e curiosas do negócio – Detalhar como surgiu a empresa, quem são os empreendedores e quais os valores e objetivos do negócio não pode ser excluído desse espaço. É importante também mencionar se a empresa possui mais de uma sede. Para não deixar o texto extenso e cansativo, é interessante contar curiosidades da constituição da empresa e possíveis hobbies dos diretores do negócio. Isso permitirá que o leitor ganhe proximidade com a empresa.

2. Mostre clientes e premiações da empresa – Para dar credibilidade ao negócio, é importante elencar nesse espaço os principais clientes e parceiros comerciais. A incorporação do logotipo dessas empresas na sua página pode ser um elemento interessante para o apelo visual. Mencionar prêmios e reconhecimentos recebidos pela empresa, bem como o trabalho de serviço comunitário e iniciativas sustentáveis, também ajudarão a tornar o negócio atraente.

3. Invista nas mídias sociais – Agregar vídeos que mostrem a dinâmica da empresa é interessante para que o visitante crie proximidade com o negócio. Além disso, procure divulgar o link da sua página em redes sociais como Twitter, Orkut e Facebook. Caso a empresa ou o empreendedor possua um blog, é interessante divulgá-lo nesse espaço.

Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br

Humanização: a mais nova exigência do mercado

Nos últimos 10 anos, com os avanços tecnológicos, as empresas buscaram ao máximo automatizar seus processos interpessoais, tornando-os mais ágeis e, ao mesmo tempo, reduzindo custos operacionais. Essa tendência de substituir empregados por máquinas, no entanto, está começando a ter resultados inversos em alguns setores. O consumidor está sentindo falta de um atendimento humanizado.

O cliente deseja a agilidade do serviço automatizado, mas também um atendimento personalizado. Portanto, é preciso saber equilibrar as coisas.

Símbolo da adequação das empresas a essa nova tendência de humanização é o atendimento por telefone da empresa de televisão a cabo Net. O atendimento é feito por uma secretária eletrônica, mas a linguagem é totalmente informal e humanizada.

Mas o que isso tem a ver com o e-commerce? É simples: a loja virtual também é uma alternativa de auto-serviço. O cliente deseja a agilidade típica do canal, mas sentir-se no foco de atenção passou a ser um fator importante para sua conquista e fidelização.

O e-commerce tem suas próprias regras de humanização. Não adianta aplicar, por exemplo, o modelo da Net, na loja virtual. Não é tão simples assim… é preciso, antes de tudo, fazer com que o cliente perceba que por trás da loja virtual que ele está acessando há uma equipe de pessoas. Para isso, o lojista pode utilizar algumas ferramentas.

Chat Online
Esse recurso mostra bem ao consumidor que a loja, mesmo sendo virtual, é composta por pessoas. De acordo com pesquisa publicada pela eMarketer, o comprador que faz contato via chat online com a loja é mais propenso a comprar nela. Segundo este estudo, 65% dos entrevistados alegaram que voltariam ao site para finalizar sua compra, e 35% disseram que compraram mais do que o planejado após o chat online.

Customização da loja em períodos sazonais
É importante que a loja virtual tenha seu layout customizado de acordo com feriados ou outras ocasiões. Fazer um layout com detalhes natalinos, por exemplo, mostra ao internauta que a loja é dinâmica, ligada aos acontecimentos do mundo físico.

E-mails personalizados
Um e-mail personalizado não é aquele onde o nome do cliente aparece no cabeçalho (preenchido automaticamente por algum software), mas sim uma mensagem redigida de uma pessoa para outra.

Claro que para envios de e-mail marketing, ou alguma outra ação que envolva um banco com centenas de endereços de e-mail, escrevê-los um por um é algo inviável.

A opção por e-mails personalizados deve ser feita em situações mais esporádicas. Como, por exemplo, quando o cliente se cadastra, seleciona alguns produtos para seu carrinho e abandona a compra. Nesse caso é muito importante que um funcionário da loja entre em contato com esse cliente de forma totalmente pessoal e pergunte o que fez com que ele abandonasse a compra. Nesse momento é válido também oferecer um diferencial (descontos, por exemplo) para que ele retome e finalize a compra.

Contato pós-venda
É muito importante que a loja entre em contato com o cliente no dia seguinte ao previsto para a chegada do produto. Nesse contato o lojista deve perguntar se a entrega ocorreu conforme planejado, se o cliente gostou dos serviços da loja e também agradecer pela preferência. É aconselhável que isso seja feito por e-mail, e não por telefone. A linha que separa o atencioso do invasivo é bem tênue.

Resumindo, humanizar é criar entre a loja e o cliente um ambiente de empatia, proporcionando a sensação de que, para a loja, ele não é apenas mais um número.

Para conquistar e fidelizar seu cliente, opte por serviços qualitativos, e não quantitativos. Os resultados serão muito mais duradouros.

Por Túlio Zacareli, no ecommerbrasil.com.br

Maketing Digital - O Valor do Onsite Targeting

Os dois obstáculos para a personalização de websites e como superá-los.

O conceito de personalização de website não é novo. As pessoas têm falado e investido nisso desde a década de 1990. No entanto, a tecnologia de hoje está levando a experiência online personalizada para o próximo nível, com o poder do "Onsite Targeting".

Em termos mais básicos, Onsite Targeting é a capacidade de personalizar a experiência online utilizando os dados internos sobre os visitantes - apresentando-os com o conteúdo que podem desfrutar.

É surpreendente que apenas um terço dos profissionais de marketing planeja priorizar a personalização de website em 2011. De acordo com o relatório apresentado pela eMarketer, isso acontece apesar da grande maioria concordar que o Onsite Targeting aumenta as conversões.

Então, por que uma solução simples e elegante para impulsionar as vendas ainda falta em muitos planos de marketing, apesar da crescente evidência estatística de sua eficácia?

De acordo com uma recente pesquisa, o custo é a principal preocupação (citado por 46% dos profissionais de marketing de nível sênior). Mesmo que o custo das ferramentas de Onsite Targeting tenha caído, duas preocupações reais ainda permanecem:

1. Aproveitamento dos dados internos

2. Recursos necessários para monitorar as experiências online

Como a maioria dos profissionais de marketing já sabem o valor da personalização, vamos focar em dois obstáculos e como superá-los.

Aproveitando os dados internos

A personalização vive e morre baseada em dados. De fato, campanhas de Onsite Targeting são DOA (Dead on Arrival) sem os dados. Então, se você não consegue aproveitar seus dados de forma rentável, a personalização torna-se cara.

As empresas têm investido capital significativo em marketing para desenvolver a visão 360 graus do cliente, mas poucas delas são capazes de aproveitar os mesmos dados no mundo digital em tempo hábil. Ao planejar para Onsite Targeting, essa "visão" 360 graus normalmente não apresenta muito o que está acontecendo online. Em vez de uma visão 360, ela só oferece uma visão de 200 graus quando você traz a atividade da web no mix. Eu imagino que se fizesse uma pesquisa com os profissionais de marketing e perguntasse quantos deles estão incluindo "keywords search activity" em database marketing a maioria diria que não estão.

A maioria dos databases marketing foi originalmente projetada para dar suporte aos canais offline. Sendo assim, estes bancos de dados contêm informações essenciais e importantes - dados que precisam ser aproveitados para uma experiência online personalizada.

O que está faltando na maioria das empresas hoje é o conceito de data mart para o marketing digital direto. Especificamente, um ambiente de dados que pode facilmente aproveitar os dados dos sistemas internos, além de ser ágil o suficiente para desenvolver multicanais no marketing digital, e assim interagir com os consumidores em tempo real, e em seguida alimentar essas interações de volta para o ambiente de dados empresariais. Esse tipo de data mart pode trazer grandes vantagens para o sucesso do Onsite Targeting à medida que você tem a amplitude total dos dados que você precisa para fazer suas estratégias no tempo certo e serem bem sucedidas.

Recursos

O Onsite Targeting também pode significar mais despesas operacionais. No entanto, os gastos são minimizados quando se utiliza ferramentas que as pessoas acham fáceis de usar - as escaláveis, que pode permitir que suas estratégias de segmentação escalem sem aumentar os níveis de pessoal.

Personalizar a experiência online vai além do que simplesmente definir o target. Ele também requer que o conteúdo correto seja entregue aos indivíduos que escolheram por recebê-lo. As ferramentas corretas permitem que você sirva e gerencie adequadamente esses conteúdos de forma eficiente.

Um sistema projetado para fornecer conteúdo de um segmento específico deve ser fácil de usar e escalável. Executar estratégias de targeting é fácil quando as suas ferramentas permitem que você atinja 200 segmentos tão facilmente quanto 20, com apenas um aumento nominal de esforço.

O custo real do targeting vem de ter os dados para dar uma arrancada, e o Data Mart é a solução para isso. O custo também vem dos recursos, e uma plataforma robusta de dados que ajuda a manter os custos ao mínimo. Conecte-se a um parceiro experiente para ajudar a otimizar a eficácia dos esforços de Onsite Targeting e maximizar o ROI.

Por Brian Deagan, co-fundador e CEO da Knotice, para o 1to1 Weekly